Fundamento: A incompetência cronotrópica é marcador de risco cardiovascular, mas seu comportamento em praticantes regulares de corrida é menos estudado.
Objetivo: Descrever a resposta cronotrópica durante TCPE máximo e correlacioná-la ao VO2 pico em corredores recreacionais.
Métodos: Estudo transversal com corredores de 40 a 60 anos submetidos a protocolo de rampa em esteira, com análise do índice cronotrópico e da recuperação da frequência cardíaca no primeiro minuto.
Resultados: O índice cronotrópico correlacionou-se moderadamente com o VO2 pico, e a recuperação da frequência cardíaca mostrou-se mais rápida nos participantes com maior volume semanal de treino.
Conclusão: A resposta cronotrópica acompanha o nível de aptidão nessa população e deve ser interpretada à luz do histórico de treinamento.